ZERO TRUST & ACESSO SEGURO

Não confie na localização. Verifique o contexto antes de conceder acesso.

Usuários, aplicações, dispositivos e dados deixaram de existir dentro de um perímetro único. Eles estão distribuídos entre escritórios, Data Centers, cloud, dispositivos móveis, trabalho remoto e ambientes de terceiros.

Nesse cenário, estar conectado à rede corporativa não deveria ser suficiente para estabelecer confiança.

A Add Solution projeta arquiteturas Zero Trust e de acesso seguro combinando identidade, dispositivo, contexto, menor privilégio, segmentação e políticas para permitir que cada usuário acesse aquilo de que realmente precisa — sob as condições adequadas.

ENGENHARIA APLICADA

Confiança não deve ser herdada da localização do usuário.

Estruturamos jornadas Zero Trust com identidade forte, contexto, menor privilégio, segmentação e verificação contínua, priorizando riscos reais.

Equipe de segurança avaliando identidade, dispositivo e contexto para acesso Zero Trust

Arquitetura, execução e operação tratadas como partes da mesma responsabilidade.

O PERÍMETRO MUDOU

Aplicações e usuários não estão mais concentrados atrás de uma única fronteira.

Escritórios, home office, filiais, cloud, SaaS, Data Centers, parceiros e dispositivos móveis formam um ambiente distribuído. A lógica “dentro é confiável; fora não é” tornou-se insuficiente para muitos cenários.

USUÁRIO REMOTO → APLICAÇÕES ← CLOUD · DATA CENTER · REDE CORPORATIVA
O endereço de rede informa de onde veio a conexão. Não necessariamente informa se ela deveria ser confiável.
ARQUITETURA, NÃO PRODUTO

Zero Trust é uma arquitetura de segurança, não uma funcionalidade que se habilita.

Identidade, MFA, device trust, NAC, ZTNA, PAM, segmentação, firewall, endpoint, observabilidade e SIEM podem participar. Nenhum controle isolado representa toda a arquitetura.

01Identidade
02MFA
03Device Trust
04NAC
05ZTNA
06PAM
07Segmentação
08Firewall
09Endpoint
10Observabilidade
11SIEM
Zero Trust não se compra em uma licença. É construído através da integração de controles.
VERIFY EXPLICITLY

A decisão precisa utilizar mais contexto do que simplesmente usuário e senha.

Identidade, MFA, dispositivo, localização quando pertinente, comportamento, recurso solicitado, risco e postura podem oferecer sinais — conforme as capacidades presentes em cada arquitetura.

01

Identidade

Quem está solicitando acesso.

02

Dispositivo

Qual equipamento participa da conexão.

03

Contexto

Condições relevantes para aquela solicitação.

04

Recurso

Qual aplicação ou serviço será acessado.

05

Necessidade

Por que e com qual privilégio o acesso é necessário.

IDENTITY + DEVICE + CONTEXT + RESOURCE → POLICY ENGINE → ALLOW / RESTRICT / DENY
LEAST PRIVILEGE

Autenticar alguém não significa autorizar acesso a tudo.

Menor privilégio concede somente os recursos necessários, no contexto necessário, com revisão contínua conforme a arquitetura.

Identidade responde quem é. Autorização responde até onde essa identidade pode chegar.
PAM & Identity Security
ASSUME BREACH

Arquitetura segura também precisa considerar a possibilidade de que um controle já tenha falhado.

Credenciais ou endpoints comprometidos, sessões indevidas, dispositivos não confiáveis e movimentação lateral exigem reduzir alcance, limitar privilégios, ampliar visibilidade e conter impacto.

A pergunta deixa de ser apenas “como impedir a entrada?” e passa também a incluir “até onde alguém poderia chegar se entrasse?”.
IDENTIDADE

Quando o perímetro se distribui, identidade ganha importância na decisão de acesso.

Usuários, grupos, roles, MFA, identidades de serviço quando pertinentes, contexto e políticas ajudam a orientar cada decisão.

PAM & Identity Security
DISPOSITIVO

Uma identidade válida em um dispositivo desconhecido pode representar um contexto diferente.

Dispositivo corporativo, gerenciado ou BYOD, postura, certificados, compliance e endpoint security podem fornecer sinais quando suportados — sem garantir isoladamente um endpoint seguro.

Controle de Acesso à Rede (NAC) Endpoint Security
ZTNA

O usuário precisa acessar a aplicação. Não necessariamente a rede inteira.

Zero Trust Network Access pode permitir acesso mais granular a aplicações e recursos conforme a arquitetura.

USER → IDENTITY + CONTEXT + POLICY → AUTHORIZED APPLICATION
Acesso à aplicação e acesso à rede não precisam significar a mesma coisa.
VPN & ZERO TRUST

VPN cria um canal seguro. Zero Trust questiona o que deve atravessar esse canal.

VPN protege a comunicação e oferece conectividade conforme a arquitetura. Zero Trust adiciona verificação, contexto, menor privilégio e limitação de acesso. VPN pode continuar fazendo parte de determinados ambientes.

Segurança de Redes & Firewall
SEGMENTAÇÃO

Menor privilégio também precisa existir entre redes e aplicações.

Usuários, servidores, workloads, aplicações, IoT, ambientes e zonas podem ser segmentados para reduzir caminhos desnecessários e limitar movimentação lateral — sem afirmar sua eliminação.

Segurança de Redes & Firewall
NAC + ZERO TRUST

NAC controla a admissão. Zero Trust amplia o modelo de confiança.

NAC ajuda a responder quem ou o que está entrando na rede. Zero Trust amplia a decisão para o que essa identidade ou dispositivo deve acessar, em qual contexto e sob quais condições.

Controle de Acesso à Rede (NAC)
PAM + ZERO TRUST

Quanto maior o privilégio, maior deve ser o controle sobre o acesso.

Administradores e contas privilegiadas podem alcançar servidores, equipamentos de rede, firewalls, cloud e sistemas críticos. PAM pode adicionar vaulting, aprovação, controle de sessões, auditoria e least privilege conforme a plataforma.

PAM & Identity Security
TERCEIROS & FORNECEDORES

Dar acesso a um fornecedor não deveria significar colocá-lo dentro da sua infraestrutura.

Prestadores, suporte, fabricantes, consultorias e temporários precisam de identidade individual, MFA, recurso específico, tempo, contexto, menor privilégio e auditoria.

Terceiros precisam acessar o serviço que irão suportar, não necessariamente a rede que o hospeda.
APLICAÇÕES PRIVADAS

O acesso pode terminar no recurso autorizado, sem necessariamente expor toda a rede.

Aplicações on-premises, em Data Center, cloud ou ambientes híbridos podem ser entregues por uma cadeia de identidade, política e acesso seguro.

USER → IDENTITY → POLICY → SECURE ACCESS → PRIVATE APPLICATION
CLOUD & ZERO TRUST

Cloud distribui recursos. O modelo de confiança precisa acompanhar essa distribuição.

Identidades, workloads, aplicações, serviços, administração, usuários remotos e ambientes híbridos precisam participar da arquitetura.

Cloud PAM & Identity Security
ACESSO ADMINISTRATIVO

Administrar infraestrutura exige mais confiança — e por isso deveria exigir mais controle.

SSH, RDP, consoles, firewalls, switches, servidores, cloud e sistemas críticos pedem identidade, MFA, PAM, sessão, auditoria, privilégio e tempo.

PAM & Identity Security
VISIBILIDADE & TELEMETRIA

Uma decisão de confiança precisa deixar evidências.

Autenticações, acessos, falhas, dispositivos, mudanças de contexto, políticas, sessões e eventos ganham valor quando correlacionados entre controles.

SIEM & SOC IA & Observabilidade
ACESSO LEGÍTIMO

Segurança não deve transformar cada acesso legítimo em um obstáculo.

Segurança, experiência, produtividade e operação precisam coexistir. Políticas devem refletir risco e contexto.

O objetivo não é dificultar o acesso legítimo. É reduzir confiança desnecessária.
JORNADA ZERO TRUST

Zero Trust normalmente é uma evolução, não uma migração de fim de semana.

Organizações partem de diferentes níveis de maturidade. Uma implantação progressiva evita uma mudança “big bang” e permite validar cada etapa.

01DescobrirUsuários, dispositivos, aplicações e acessos.
02IdentificarIdentidades e recursos envolvidos.
03ClassificarCriticidade, contexto e prioridades.
04DefinirPolíticas e níveis de acesso.
05PilotarValidar em escopo controlado.
06IntegrarIdentidade, rede, endpoint e segurança.
07ControlarAplicar decisões de acesso.
08ObservarAcompanhar eventos e comportamento.
09EvoluirReduzir confiança desnecessária progressivamente.
ASSESSMENT

Antes de implementar Zero Trust, precisamos entender onde a confiança existe hoje.

O assessment relaciona confiança, riscos e prioridades para construir um roadmap compatível com a realidade da organização.

01Identidades
02MFA
03Endpoints
04NAC
05VPN
06Acesso remoto
07PAM
08Segmentação
09Firewalls
10Aplicações
11Cloud
12Terceiros
13Logs
14Políticas
Avalie a maturidade do seu modelo de acesso
MÉTODO ADD SOLUTION

Da descoberta à redução progressiva da confiança desnecessária.

Mais de 15 anos de experiência em infraestrutura tecnológica e ambientes críticos conectando networking, identidade, PAM, NAC, firewall, endpoint, cloud, observabilidade e operação.

  1. 01

    Descobrir

    Usuários, dispositivos, aplicações e acessos.

  2. 02

    Mapear

    Fluxos e relações de confiança.

  3. 03

    Identificar

    Identidades e recursos.

  4. 04

    Classificar

    Criticidade e contexto.

  5. 05

    Definir

    Políticas e níveis de acesso.

  6. 06

    Integrar

    Identidade, rede, endpoint e segurança.

  7. 07

    Validar

    Testar acesso legítimo e restrições.

  8. 08

    Observar

    Acompanhar eventos e comportamento.

  9. 09

    Evoluir

    Reduzir progressivamente confiança desnecessária.

TECNOLOGIAS & PRODUTOS

Aqui vendemos arquitetura, integração e implementação.

Zero Trust atravessa diversas disciplinas e não pertence exclusivamente a um fabricante. Produtos e plataformas são selecionados conforme a arquitetura necessária.

Tecnologias & Produtos de Cibersegurança
PERGUNTAS FREQUENTES

Decisões importantes sobre Zero Trust & Acesso Seguro

Respostas objetivas para dúvidas técnicas e operacionais que costumam surgir antes de um projeto.

01Zero Trust é um produto?

Não. É uma arquitetura construída pela integração de controles, políticas e processos.

02ZTNA substitui VPN?

Não em todos os cenários. ZTNA pode granularizar o acesso a aplicações, enquanto VPN pode continuar fazendo parte de determinadas arquiteturas.

03MFA é suficiente para implementar Zero Trust?

Não. MFA fortalece a autenticação, mas Zero Trust também considera dispositivo, contexto, recurso, risco, política e menor privilégio.

04NAC faz parte de Zero Trust?

Pode fazer. NAC controla a admissão à rede; Zero Trust amplia a decisão sobre o que uma identidade ou dispositivo pode acessar.

05Zero Trust bloqueia todo acesso?

Não. O objetivo é permitir o acesso legítimo com o contexto e o privilégio adequados, reduzindo confiança desnecessária.

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Vamos conversar sobre Zero Trust & Acesso Seguro.

Compartilhe o contexto do seu ambiente, os impactos percebidos e o resultado que sua organização busca. A Add Solution direcionará a conversa aos especialistas mais adequados.

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CONTEXTO DA CONVERSAVocê está falando com a Add Solution sobre Zero Trust & Acesso Seguro.
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