OPENSEARCH OBSERVABILITY

Busca, telemetria e contexto para investigar ambientes complexos.

A Add Solution utiliza OpenSearch para construir arquiteturas modernas de observabilidade capazes de ingerir, pesquisar, correlacionar e analisar logs, métricas e traces de aplicações, infraestrutura e ambientes distribuídos.

Da instrumentação com OpenTelemetry aos pipelines com Data Prepper, arquitetura de clusters, retenção, dashboards, APM, alertas e análise operacional, projetamos ambientes OpenSearch para transformar grandes volumes de telemetria em informação útil para investigação e decisão.

Interface oficial do OpenSearch Observability para investigação de telemetria
FROM TELEMETRY TO UNDERSTANDING

Encontrar um evento é importante. Entender por que ele aconteceu exige contexto.

Uma aplicação fica lenta. O log registra um timeout, a métrica mostra aumento de latência, uma trace revela a dependência e o service map expõe o relacionamento. A busca atravessa esses sinais para transformar evidências isoladas em explicação operacional.

  1. LOGS

    Registram evidências, erros e mudanças de estado.

  2. METRICS

    Mostram comportamento e tendência ao longo do tempo.

  3. TRACES

    Reconstroem o caminho de uma transação distribuída.

  4. SEARCH

    Investiga perguntas que nenhum dashboard previu.

  5. CORRELATION

    Relaciona sinais pelo serviço, recurso e contexto.

  6. ACTION

    Converte compreensão em decisão operacional.

Armazenar telemetria permite consultar dados. Observabilidade começa quando conseguimos relacioná-los para explicar o comportamento do ambiente.
OPEN SOURCE PLATFORM

Padrões abertos ampliam flexibilidade. Engenharia transforma opções em arquitetura.

OpenSearch é uma suíte open source sob Apache License 2.0 para search, analytics, observability e vector search. Transparência, extensibilidade, interoperabilidade e flexibilidade de implantação reduzem dependências proprietárias, mas não eliminam decisões de arquitetura, capacidade, segurança e operação. A licença Apache 2.0 do projeto não torna infraestrutura, operação, suporte ou serviços gerenciados gratuitos, nem comprova compatibilidade universal.

OPEN STANDARDS

Interoperabilidade

Protocolos e formatos abertos preservam opções de integração.

CONTROL

Arquitetura sob domínio

Componentes, dados e ciclos de evolução definidos conforme a operação.

EXTENSIBILITY

Ecossistema adaptável

Plugins, APIs e pipelines permitem composições orientadas ao caso de uso.

OPEN OBSERVABILITY

Uma arquitetura de observabilidade construída sobre padrões abertos.

O OpenSearch Observability Stack combina OpenTelemetry Collector, Data Prepper, OpenSearch, Prometheus e OpenSearch Dashboards. Traces e logs são processados para OpenSearch; métricas time-series podem seguir para Prometheus e ser consultadas com PromQL.

Interface oficial do OpenSearch Observability para investigação de telemetria
  1. APPLICATIONS & INFRA

    Serviços, containers, cloud e agentes de IA.

  2. OPEN TELEMETRY

    Instrumentação, semantic conventions e OTLP.

  3. DATA PREPPER

    Processar, enriquecer, correlacionar e rotear.

  4. OPENSEARCH + PROMETHEUS

    Logs e traces pesquisáveis; métricas time-series.

  5. DASHBOARDS

    Search, PPL, PromQL, APM, service maps e alerting.

OPEN TELEMETRY NATIVE

Instrumentação aberta antes da escolha do backend.

OpenTelemetry é um padrão CNCF, independente do OpenSearch, para geração, coleta e exportação de telemetria. SDKs, Collector, OTLP e semantic conventions dão consistência a logs, métricas e traces e reduzem acoplamento desnecessário entre aplicações e plataformas.

  1. SDKs

    Aplicações produzem sinais com contexto semântico.

  2. OTLP

    Protocolo transporta logs, métricas e traces.

  3. COLLECTOR

    Recebe, processa, agrupa e exporta telemetria.

  4. SEMANTICS

    Atributos consistentes conectam recursos e serviços.

  5. BACKENDS

    Sinais seguem para destinos adequados à arquitetura.

A instrumentação deveria produzir contexto para a operação, não dependência desnecessária de uma ferramenta.
TELEMETRY PIPELINES

Entre coletar dados e torná-los úteis existe uma camada de engenharia.

OpenSearch Data Prepper é um coletor server-side e mecanismo de processamento que recebe dados, filtra, transforma, normaliza, enriquece, agrega e roteia para sistemas downstream. Em observabilidade, prepara logs e traces para indexação, correlação, service maps e análise.

  1. RECEIVE

    OTLP, streams e fontes adequadas ao pipeline.

  2. PARSE

    Extrair campos de eventos não estruturados.

  3. NORMALIZE

    Padronizar nomes, timestamps e atributos.

  4. ENRICH

    Adicionar ambiente, owner, criticidade e recurso.

  5. ROUTE

    Direcionar sinais conforme regra e destino.

  6. INDEX

    Preparar dados para busca e análise eficientes.

Telemetria bruta ocupa espaço. Telemetria estruturada produz contexto.
CROSS-SIGNAL ANALYTICS

Cada sinal explica uma dimensão. A investigação precisa atravessar todas elas.

Logs estruturados sustentam PPL, filtros e agregações; métricas Prometheus mostram comportamento com PromQL; traces OpenTelemetry relacionam spans, dependências, latência e erros. A correlação nasce de identidade de serviço, trace IDs, recursos e contexto consistentes.

LOG ANALYTICS

Evidência pesquisável

Ingestão, parsing, padrões, retenção, busca e visualização.

METRIC ANALYTICS

Comportamento no tempo

Prometheus, PromQL, séries temporais e métricas de aplicação e infraestrutura.

DISTRIBUTED TRACING

Caminho da transação

Traces, spans, serviços, dependências, erros e latência.

APPLICATION PERFORMANCE MONITORING

Disponibilidade mostra se a aplicação responde. APM ajuda a entender como ela responde.

OpenSearch APM combina traces e logs ingeridos por OpenTelemetry Collector e Data Prepper com métricas no Prometheus. Services catalog, application map, RED metrics, erros e latência ajudam a investigar transações e dependências distribuídas. A experiência APM documentada foi introduzida no OpenSearch 3.6 e depende de workspace, flags e componentes compatíveis; não deve ser atribuída automaticamente a versões anteriores ou a toda modalidade AWS.

Interface oficial OpenSearch APM com serviços e contexto operacional
  1. USER

    Uma ação inicia a jornada observada.

  2. FRONTEND

    Entrada da experiência e primeiro span.

  3. API & SERVICES

    Chamadas atravessam aplicações e dependências.

  4. DATABASE

    Latência e erros aparecem no contexto da transação.

  5. RED

    Request rate, errors e duration apoiam a leitura do serviço.

APPLICATION ANALYTICS

Aplicações são o comportamento que emerge da relação entre todos os sinais.

Application Analytics organiza logs, traces e métricas em uma visão do estado geral do sistema. Service maps expõem relações; PPL investiga eventos; PromQL consulta métricas; Dashboards reúne visualização, exploração, gestão e vistas operacionais.

SERVICE MAP

Topologia pelo tráfego observado

Relações entre serviços, bancos e dependências com contexto RED.

PPL

Investigação em pipelines

Piped Processing Language apoia logs, traces e event analytics.

QUERY OPTIONS

Pergunta adequada ao sinal

PPL, SQL, Query DSL e PromQL conforme o dado e a análise.

Dashboard mostra aquilo que decidimos acompanhar. Busca permite investigar aquilo que ainda não sabemos.
BEHAVIOR, ALERTING & RELIABILITY

Nem todo comportamento anormal ultrapassa um limite estático.

Anomaly Detection identifica desvios em séries temporais sem prometer precisão absoluta. Alerting conecta query, condição, monitor, trigger, ação e notificação. SLOs experimentais podem acompanhar SLI, error budget e consumption rate sobre um ruler compatível com Prometheus, sem confundir SLO operacional com SLA contratual. Anomaly Detection e Alerting apoiam detecção e resposta, mas não garantem disponibilidade.

  1. DATA

    Séries, eventos e consultas com contexto.

  2. BEHAVIOR

    Desvio e anomaly grade apoiam investigação.

  3. CONDITION

    Regra explicita quando atenção é necessária.

  4. ALERT

    Monitor e trigger produzem um evento acionável.

  5. ACTION

    Notificação ou integração inicia o processo operacional.

AI AGENT OBSERVABILITY

Aplicações de IA também possuem dependências, latência, consumo e caminhos de execução.

Agent Traces utiliza OpenTelemetry e semantic conventions GenAI para observar execuções hierárquicas, chamadas de LLM, ferramentas, tokens, sessões, erros e latência. A interface permite explorar árvores, grafos, timelines e métricas agregadas sem tratar IA como uma caixa-preta isolada.

Interface oficial OpenSearch Agent Traces para observabilidade de agentes de IA
  1. USER

    Solicitação inicia a execução.

  2. AI APPLICATION

    Contexto, sessão e workflow.

  3. AGENT

    Decisões e caminhos de execução.

  4. LLM & TOOLS

    Modelo, tokens, chamadas, banco e APIs.

  5. TRACE

    Latência, erros, consumo e qualidade observáveis.

Uma aplicação de IA continua sendo uma aplicação distribuída. Ela apenas adiciona novos componentes que também precisam ser observados.
ALÉM DA PLATAFORMA

Instalar OpenSearch cria um ambiente. Projetar o que ele precisa explicar cria observabilidade.

Grandes volumes de logs, métricas e traces não garantem compreensão. É preciso decidir o que coletar, como instrumentar, normalizar, enriquecer, correlacionar, indexar, reter, pesquisar, alertar, proteger e operar. A Add Solution atua sobre toda essa cadeia.

DATA QUALITY

Schema consistente

Service names, environments, timestamps, resource attributes, trace IDs e ownership.

INDEX ENGINEERING

Dados preparados para o uso

Mappings, templates, shards, replicas, aliases, rollover e retenção conforme padrão de consulta.

RESOURCE EFFICIENCY

Open source também exige capacidade

Compute, memória, storage, rede, réplicas, snapshots, backup e crescimento.

Nosso trabalho não termina quando o dado chega ao OpenSearch. É nesse momento que a engenharia de observabilidade começa.
OPENSEARCH PROFESSIONAL SERVICES

Da estratégia de telemetria à operação da plataforma.

Assessment, estratégia, arquitetura, sizing, instrumentação, ingestão, normalização, indexação, correlação, visualização, alerting, operação e evolução compõem uma jornada única. O desenho considera aplicações, infraestrutura, cloud, Kubernetes, volumes, retenção, segurança, compliance e processos. OpenSearch autogerenciado, Amazon OpenSearch Service e OpenSearch Serverless diferem em APIs, plugins, autenticação, capacidade, recuperação e cobrança.

  1. ASSESSMENT

    Ambiente, sinais, volumes, requisitos e lacunas.

  2. ARCHITECTURE

    Cluster, Collector, Data Prepper, Prometheus e Dashboards.

  3. SIZING

    GB/dia, eventos, documentos, retenção, queries, HA e crescimento.

  4. INSTRUMENTATION

    OpenTelemetry, OTLP e atributos consistentes.

  5. PIPELINES

    Parsing, filtros, enriquecimento, routing e sampling.

  6. OPERATION

    Performance, segurança, snapshots, alertas e evolução.

PLATFORM ENGINEERING

Cluster, dados e consultas precisam evoluir como partes do mesmo sistema.

A Add Solution projeta arquiteturas self-managed e avalia ofertas gerenciadas quando apropriado, distinguindo o projeto OpenSearch do Amazon OpenSearch Service. Não existe desenho universal: workloads de ingestão, busca, analytics, observabilidade e vector search possuem exigências diferentes.

PERFORMANCE

Tuning orientado ao workload

Heap, JVM, indexação, shards, mappings, queries, agregações, cache e storage.

RESILIENCE

Falhas consideradas no desenho

Distribuição de nodes, replicas, failure domains, snapshots e recuperação.

SECURITY

Acesso e dados protegidos

Authentication, authorization, RBAC, TLS, encryption, audit e controles granulares.

RETENTION

Valor muda ao longo do tempo

Rollover, retenção, snapshots e mecanismos de storage conforme arquitetura.

OPENSEARCH ASSESSMENT

Seu ambiente armazena dados ou ajuda sua equipe a encontrar respostas?

A Add Solution pode avaliar arquitetura, cluster, ingestão, Data Prepper, OpenTelemetry, índices, shards, retenção, performance, logs, traces e processos de investigação. Migração de Elasticsearch exige validar origem e destino, clientes, mappings, APIs, plugins, snapshots, objetos visuais, aplicação, rollback e critérios de aceite; não é uma troca universal de endpoint.

POR QUE ADD SOLUTION

Open source oferece liberdade. Engenharia transforma liberdade em arquitetura confiável.

A Add Solution combina observability engineering, search e analytics, OpenTelemetry, data pipelines, platform engineering e contexto de negócio para transformar telemetria em capacidade de investigação e ação.

OBSERVABILITY ENGINEERING

Estratégia de sinais

Logs, métricas e traces orientados às perguntas da operação.

SEARCH & ANALYTICS

Investigação em escala

Dados pesquisáveis e relações verificáveis durante incidentes.

PLATFORM ENGINEERING

Base sustentável

Cluster, performance, disponibilidade, segurança, storage e retenção.

BUSINESS CONTEXT

Do componente ao serviço

Telemetria relacionada àquilo que sustenta a operação.

Encontrar dados é uma capacidade de busca. Relacioná-los para compreender o comportamento de um ambiente é uma capacidade de observabilidade.
PERGUNTAS FREQUENTES

Perguntas frequentes

Respostas sobre modalidades, sizing, licença, snapshots, APM, migração, segurança e busca vetorial OpenSearch.

OpenSearch e Amazon OpenSearch Service são a mesma coisa?

OpenSearch é o projeto de software. Amazon OpenSearch Service é uma oferta comercial da AWS, com modalidades provisionada e Serverless. Recursos, responsabilidades e preços devem ser verificados na modalidade escolhida. Referência AWS (https://docs.aws.amazon.com/opensearch-service/latest/developerguide/serverless-comparison.html).

Quanto armazenamento meu projeto precisa?

Depende do volume indexado, retenção, réplicas, crescimento e características dos campos e consultas. Uma estimativa deve incluir margem operacional e ser validada em testes; apenas o volume bruto recebido não resolve o dimensionamento. Referência de dimensionamento (https://docs.aws.amazon.com/opensearch-service/latest/developerguide/sizing-domains.html).

A licença Apache 2.0 elimina os custos?

A licença do projeto não cobra pelo uso do software. Infraestrutura, serviços gerenciados, operação e integrações podem gerar custos. É importante comparar o custo total do ambiente, com premissas explícitas. Licença (https://opensearch.org/faq/) e preços AWS (https://aws.amazon.com/opensearch-service/pricing/).

Ter réplicas dispensa backup?

Não. Réplicas ajudam na disponibilidade, mas reproduzem mudanças nos dados. Snapshots e restaurações testadas atendem necessidades de recuperação. O plano precisa prever falhas e exclusões, incluindo proteção do repositório. Referência de snapshots (https://docs.opensearch.org/latest/tuning-your-cluster/availability-and-recovery/snapshots/snapshot-restore/).

Basta instalar o Dashboards para ter observabilidade?

É necessário coletar e preparar a telemetria. APM depende de instrumentação e componentes compatíveis, incluindo OpenTelemetry, Data Prepper e, na arquitetura atual documentada, Prometheus para métricas. Cobertura e qualidade devem ser verificadas. Referência de APM (https://docs.opensearch.org/latest/observing-your-data/apm/index/).

Posso migrar de qualquer Elasticsearch sem alterações?

Não existe compatibilidade universal. Versões, clientes, plugins, mappings, APIs e snapshots exigem avaliação. Execute um piloto com consultas e escritas representativas antes de definir a virada. Clientes (https://docs.opensearch.org/latest/clients/) e avaliação da migração (https://docs.opensearch.org/latest/migration-assistant/migration-phases/assessment/).

Os recursos de segurança garantem conformidade?

Recursos técnicos apoiam políticas de acesso, proteção e auditoria. Sua configuração, processos internos, finalidade dos dados e evidências operacionais precisam ser avaliados. Usar OpenSearch, por si só, não comprova conformidade. Referência de segurança (https://docs.opensearch.org/latest/security/).

OpenSearch pode apoiar uma aplicação de IA generativa?

Pode atuar na recuperação de informações, inclusive com busca vetorial e híbrida. A aplicação também precisa de modelo, preparação dos dados, avaliação de qualidade e controles de acesso. Custos e restrições das integrações devem ser considerados. Referência de busca vetorial (https://docs.opensearch.org/latest/vector-search/).

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Observabilidade conectada à operação.

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