Interoperabilidade
Protocolos e formatos abertos preservam opções de integração.
A Add Solution utiliza OpenSearch para construir arquiteturas modernas de observabilidade capazes de ingerir, pesquisar, correlacionar e analisar logs, métricas e traces de aplicações, infraestrutura e ambientes distribuídos.
Da instrumentação com OpenTelemetry aos pipelines com Data Prepper, arquitetura de clusters, retenção, dashboards, APM, alertas e análise operacional, projetamos ambientes OpenSearch para transformar grandes volumes de telemetria em informação útil para investigação e decisão.


Uma aplicação fica lenta. O log registra um timeout, a métrica mostra aumento de latência, uma trace revela a dependência e o service map expõe o relacionamento. A busca atravessa esses sinais para transformar evidências isoladas em explicação operacional.
Registram evidências, erros e mudanças de estado.
Mostram comportamento e tendência ao longo do tempo.
Reconstroem o caminho de uma transação distribuída.
Investiga perguntas que nenhum dashboard previu.
Relaciona sinais pelo serviço, recurso e contexto.
Converte compreensão em decisão operacional.
Armazenar telemetria permite consultar dados. Observabilidade começa quando conseguimos relacioná-los para explicar o comportamento do ambiente.
OpenSearch é uma suíte open source sob Apache License 2.0 para search, analytics, observability e vector search. Transparência, extensibilidade, interoperabilidade e flexibilidade de implantação reduzem dependências proprietárias, mas não eliminam decisões de arquitetura, capacidade, segurança e operação. A licença Apache 2.0 do projeto não torna infraestrutura, operação, suporte ou serviços gerenciados gratuitos, nem comprova compatibilidade universal.
Protocolos e formatos abertos preservam opções de integração.
Componentes, dados e ciclos de evolução definidos conforme a operação.
Plugins, APIs e pipelines permitem composições orientadas ao caso de uso.
O OpenSearch Observability Stack combina OpenTelemetry Collector, Data Prepper, OpenSearch, Prometheus e OpenSearch Dashboards. Traces e logs são processados para OpenSearch; métricas time-series podem seguir para Prometheus e ser consultadas com PromQL.

Serviços, containers, cloud e agentes de IA.
Instrumentação, semantic conventions e OTLP.
Processar, enriquecer, correlacionar e rotear.
Logs e traces pesquisáveis; métricas time-series.
Search, PPL, PromQL, APM, service maps e alerting.
OpenTelemetry é um padrão CNCF, independente do OpenSearch, para geração, coleta e exportação de telemetria. SDKs, Collector, OTLP e semantic conventions dão consistência a logs, métricas e traces e reduzem acoplamento desnecessário entre aplicações e plataformas.
Aplicações produzem sinais com contexto semântico.
Protocolo transporta logs, métricas e traces.
Recebe, processa, agrupa e exporta telemetria.
Atributos consistentes conectam recursos e serviços.
Sinais seguem para destinos adequados à arquitetura.
A instrumentação deveria produzir contexto para a operação, não dependência desnecessária de uma ferramenta.
OpenSearch Data Prepper é um coletor server-side e mecanismo de processamento que recebe dados, filtra, transforma, normaliza, enriquece, agrega e roteia para sistemas downstream. Em observabilidade, prepara logs e traces para indexação, correlação, service maps e análise.
OTLP, streams e fontes adequadas ao pipeline.
Extrair campos de eventos não estruturados.
Padronizar nomes, timestamps e atributos.
Adicionar ambiente, owner, criticidade e recurso.
Direcionar sinais conforme regra e destino.
Preparar dados para busca e análise eficientes.
Telemetria bruta ocupa espaço. Telemetria estruturada produz contexto.
Logs estruturados sustentam PPL, filtros e agregações; métricas Prometheus mostram comportamento com PromQL; traces OpenTelemetry relacionam spans, dependências, latência e erros. A correlação nasce de identidade de serviço, trace IDs, recursos e contexto consistentes.
Ingestão, parsing, padrões, retenção, busca e visualização.
Prometheus, PromQL, séries temporais e métricas de aplicação e infraestrutura.
Traces, spans, serviços, dependências, erros e latência.
OpenSearch APM combina traces e logs ingeridos por OpenTelemetry Collector e Data Prepper com métricas no Prometheus. Services catalog, application map, RED metrics, erros e latência ajudam a investigar transações e dependências distribuídas. A experiência APM documentada foi introduzida no OpenSearch 3.6 e depende de workspace, flags e componentes compatíveis; não deve ser atribuída automaticamente a versões anteriores ou a toda modalidade AWS.

Uma ação inicia a jornada observada.
Entrada da experiência e primeiro span.
Chamadas atravessam aplicações e dependências.
Latência e erros aparecem no contexto da transação.
Request rate, errors e duration apoiam a leitura do serviço.
Application Analytics organiza logs, traces e métricas em uma visão do estado geral do sistema. Service maps expõem relações; PPL investiga eventos; PromQL consulta métricas; Dashboards reúne visualização, exploração, gestão e vistas operacionais.
Relações entre serviços, bancos e dependências com contexto RED.
Piped Processing Language apoia logs, traces e event analytics.
PPL, SQL, Query DSL e PromQL conforme o dado e a análise.
Dashboard mostra aquilo que decidimos acompanhar. Busca permite investigar aquilo que ainda não sabemos.
Full-text search, pesquisa estruturada, filtros, agregações e investigação de alta dimensionalidade permitem explorar hipóteses novas. A força do OpenSearch está em tornar grandes volumes pesquisáveis sem reduzir observabilidade a uma coleção fixa de painéis.
Uma hipótese surge durante o incidente.
Texto, campos, tempo, serviço e recurso delimitam o universo.
Agregações e PPL revelam padrões e relações.
Logs e traces convergem pelo contexto disponível.
A equipe constrói uma explicação verificável.
Anomaly Detection identifica desvios em séries temporais sem prometer precisão absoluta. Alerting conecta query, condição, monitor, trigger, ação e notificação. SLOs experimentais podem acompanhar SLI, error budget e consumption rate sobre um ruler compatível com Prometheus, sem confundir SLO operacional com SLA contratual. Anomaly Detection e Alerting apoiam detecção e resposta, mas não garantem disponibilidade.
Séries, eventos e consultas com contexto.
Desvio e anomaly grade apoiam investigação.
Regra explicita quando atenção é necessária.
Monitor e trigger produzem um evento acionável.
Notificação ou integração inicia o processo operacional.
Agent Traces utiliza OpenTelemetry e semantic conventions GenAI para observar execuções hierárquicas, chamadas de LLM, ferramentas, tokens, sessões, erros e latência. A interface permite explorar árvores, grafos, timelines e métricas agregadas sem tratar IA como uma caixa-preta isolada.

Solicitação inicia a execução.
Contexto, sessão e workflow.
Decisões e caminhos de execução.
Modelo, tokens, chamadas, banco e APIs.
Latência, erros, consumo e qualidade observáveis.
Uma aplicação de IA continua sendo uma aplicação distribuída. Ela apenas adiciona novos componentes que também precisam ser observados.
Grandes volumes de logs, métricas e traces não garantem compreensão. É preciso decidir o que coletar, como instrumentar, normalizar, enriquecer, correlacionar, indexar, reter, pesquisar, alertar, proteger e operar. A Add Solution atua sobre toda essa cadeia.
Service names, environments, timestamps, resource attributes, trace IDs e ownership.
Mappings, templates, shards, replicas, aliases, rollover e retenção conforme padrão de consulta.
Compute, memória, storage, rede, réplicas, snapshots, backup e crescimento.
Nosso trabalho não termina quando o dado chega ao OpenSearch. É nesse momento que a engenharia de observabilidade começa.
Assessment, estratégia, arquitetura, sizing, instrumentação, ingestão, normalização, indexação, correlação, visualização, alerting, operação e evolução compõem uma jornada única. O desenho considera aplicações, infraestrutura, cloud, Kubernetes, volumes, retenção, segurança, compliance e processos. OpenSearch autogerenciado, Amazon OpenSearch Service e OpenSearch Serverless diferem em APIs, plugins, autenticação, capacidade, recuperação e cobrança.
Ambiente, sinais, volumes, requisitos e lacunas.
Cluster, Collector, Data Prepper, Prometheus e Dashboards.
GB/dia, eventos, documentos, retenção, queries, HA e crescimento.
OpenTelemetry, OTLP e atributos consistentes.
Parsing, filtros, enriquecimento, routing e sampling.
Performance, segurança, snapshots, alertas e evolução.
A Add Solution projeta arquiteturas self-managed e avalia ofertas gerenciadas quando apropriado, distinguindo o projeto OpenSearch do Amazon OpenSearch Service. Não existe desenho universal: workloads de ingestão, busca, analytics, observabilidade e vector search possuem exigências diferentes.
Heap, JVM, indexação, shards, mappings, queries, agregações, cache e storage.
Distribuição de nodes, replicas, failure domains, snapshots e recuperação.
Authentication, authorization, RBAC, TLS, encryption, audit e controles granulares.
Rollover, retenção, snapshots e mecanismos de storage conforme arquitetura.
A Add Solution pode avaliar arquitetura, cluster, ingestão, Data Prepper, OpenTelemetry, índices, shards, retenção, performance, logs, traces e processos de investigação. Migração de Elasticsearch exige validar origem e destino, clientes, mappings, APIs, plugins, snapshots, objetos visuais, aplicação, rollback e critérios de aceite; não é uma troca universal de endpoint.
A Add Solution combina observability engineering, search e analytics, OpenTelemetry, data pipelines, platform engineering e contexto de negócio para transformar telemetria em capacidade de investigação e ação.
Logs, métricas e traces orientados às perguntas da operação.
Dados pesquisáveis e relações verificáveis durante incidentes.
Cluster, performance, disponibilidade, segurança, storage e retenção.
Telemetria relacionada àquilo que sustenta a operação.
Encontrar dados é uma capacidade de busca. Relacioná-los para compreender o comportamento de um ambiente é uma capacidade de observabilidade.
Respostas sobre modalidades, sizing, licença, snapshots, APM, migração, segurança e busca vetorial OpenSearch.
OpenSearch é o projeto de software. Amazon OpenSearch Service é uma oferta comercial da AWS, com modalidades provisionada e Serverless. Recursos, responsabilidades e preços devem ser verificados na modalidade escolhida. Referência AWS (https://docs.aws.amazon.com/opensearch-service/latest/developerguide/serverless-comparison.html).
Depende do volume indexado, retenção, réplicas, crescimento e características dos campos e consultas. Uma estimativa deve incluir margem operacional e ser validada em testes; apenas o volume bruto recebido não resolve o dimensionamento. Referência de dimensionamento (https://docs.aws.amazon.com/opensearch-service/latest/developerguide/sizing-domains.html).
A licença do projeto não cobra pelo uso do software. Infraestrutura, serviços gerenciados, operação e integrações podem gerar custos. É importante comparar o custo total do ambiente, com premissas explícitas. Licença (https://opensearch.org/faq/) e preços AWS (https://aws.amazon.com/opensearch-service/pricing/).
Não. Réplicas ajudam na disponibilidade, mas reproduzem mudanças nos dados. Snapshots e restaurações testadas atendem necessidades de recuperação. O plano precisa prever falhas e exclusões, incluindo proteção do repositório. Referência de snapshots (https://docs.opensearch.org/latest/tuning-your-cluster/availability-and-recovery/snapshots/snapshot-restore/).
É necessário coletar e preparar a telemetria. APM depende de instrumentação e componentes compatíveis, incluindo OpenTelemetry, Data Prepper e, na arquitetura atual documentada, Prometheus para métricas. Cobertura e qualidade devem ser verificadas. Referência de APM (https://docs.opensearch.org/latest/observing-your-data/apm/index/).
Não existe compatibilidade universal. Versões, clientes, plugins, mappings, APIs e snapshots exigem avaliação. Execute um piloto com consultas e escritas representativas antes de definir a virada. Clientes (https://docs.opensearch.org/latest/clients/) e avaliação da migração (https://docs.opensearch.org/latest/migration-assistant/migration-phases/assessment/).
Recursos técnicos apoiam políticas de acesso, proteção e auditoria. Sua configuração, processos internos, finalidade dos dados e evidências operacionais precisam ser avaliados. Usar OpenSearch, por si só, não comprova conformidade. Referência de segurança (https://docs.opensearch.org/latest/security/).
Pode atuar na recuperação de informações, inclusive com busca vetorial e híbrida. A aplicação também precisa de modelo, preparação dos dados, avaliação de qualidade e controles de acesso. Custos e restrições das integrações devem ser considerados. Referência de busca vetorial (https://docs.opensearch.org/latest/vector-search/).
Converse com nossos especialistas sobre OpenSearch, OpenTelemetry, Data Prepper, logs, traces, métricas, APM, search, analytics, performance e arquiteturas corporativas de observabilidade.