Origem
Quem ou o que inicia a comunicação.
Redes corporativas conectam usuários, aplicações, filiais, Data Centers, cloud, parceiros e Internet. Cada conexão necessária ao negócio também precisa possuir contexto, política e proteção adequados.
A Add Solution projeta, implementa e evolui arquiteturas de segurança de redes combinando firewalls de próxima geração, segmentação, controle de aplicações, prevenção de ameaças, acesso seguro e visibilidade para proteger ambientes sem transformar segurança em obstáculo para a operação.
Projetamos firewalls e segmentação a partir dos fluxos necessários, reduzindo exposição sem criar regras que a operação não consegue sustentar.

Arquitetura, execução e operação tratadas como partes da mesma responsabilidade.
Origem, destino, usuário, aplicação, serviço, criticidade, necessidade e risco precisam dar significado ao fluxo.
Quem ou o que inicia a comunicação.
Usuário, grupo ou dispositivo quando disponível.
O serviço efetivamente utilizado.
Condições e controles aplicados.
Recurso necessário ao negócio.
Uma porta aberta informa que o tráfego pode passar. Uma política bem construída explica por que ele deve passar.
Capacidades modernas ampliam contexto e controle. A política determina como essa capacidade protege o negócio, sem transformar a página em catálogo de funcionalidades.
Usuários, servidores, aplicações, IoT, OT quando aplicável, visitantes, ambientes administrativos, produção, desenvolvimento, Data Center e cloud podem exigir zonas e políticas próprias.
Segmentação reduz exposição, limita alcance, controla fluxos, amplia visibilidade e separa zonas de confiança — sem eliminar todos os riscos de movimentação lateral.
Uma rede plana transforma conectividade em alcance.Redes Corporativas Redes Industriais
Least privilege, necessidade do negócio, origem, destino, serviço, aplicação, identidade, ownership, revisão e ciclo de vida precisam justificar as permissões.
O objetivo não é possuir milhares de regras. É conseguir justificar aquelas que existem.
Mecanismos de inspeção podem identificar determinados padrões, exploits e comportamentos maliciosos. Políticas, atualizações, tuning e monitoramento são necessários; não existe proteção absoluta.
Quando suportada pela plataforma, visibilidade baseada em aplicação pode combinar usuário, risco, política e contexto para controles mais coerentes.
Inspeção TLS/SSL precisa equilibrar segurança, privacidade, certificados, compatibilidade, performance, exceções e requisitos legais e organizacionais. Decriptação universal não é uma estratégia.
Site-to-site, acesso remoto, IPsec, SSL VPN ou equivalentes precisam de autenticação, MFA quando disponível, segmentação e políticas alinhadas ao contexto.
PAM & Identity SecurityMatriz, filiais, Data Centers, cloud e Internet combinam conectividade e proteção em fluxos que atravessam diferentes domínios.
SD-WAN & ConectividadeFluxos north-south e east-west quando pertinentes conectam servidores, aplicações, zonas, serviços publicados e ambientes administrativos.
Data Center Servidores & StorageOn-premises, cloud, filiais, usuários remotos e serviços publicados exigem segmentação, routing, políticas, identidade, visibilidade e conectividade coerentes.
CloudHA, links, interfaces, upstream, downstream, sincronização quando suportada e demais dependências precisam compor a arquitetura.
Dois firewalls criam redundância de equipamento. Disponibilidade depende da arquitetura ao redor deles.
Interfaces administrativas, protocolos, serviços, credenciais, MFA quando aplicável, perfis, logs, atualizações e exposição de gestão precisam ser revisados.
PAM & Identity SecurityRegras, objetos, serviços, NAT, VPNs, interfaces, zonas, logs, permissões amplas, duplicidades, obsolescência e documentação compõem o assessment.
Regras, objetos, NAT, VPNs, interfaces e zonas.
Uso, amplitude, duplicidade e dependências.
Criticidade, ownership e necessidade.
Reduzir exposição e remover obsolescência.
Confirmar comunicação e intenção.
Registrar justificativas e ciclo de vida.
Inventário, interfaces, rotas, NAT, VPNs, objetos, políticas, serviços, dependências, HA, logging, validação e rollback orientam modernização, substituição ou consolidação.
A sintaxe pode mudar. A intenção da política precisa permanecer compreendida.
Logs, sessões, routing, NAT, políticas, VPN, DNS, aplicação e conectividade precisam ser analisados como camadas.
Diagnóstico começa por evidências, não por desabilitar controles.
Tráfego, ameaças, VPN, administração, eventos e mudanças podem alimentar monitoramento e SIEM quando aplicável.
SIEM & SOC IA & Observabilidade Command CenterQuando suportada pela arquitetura, identidade amplia políticas além de endereços. A integração não é universal e precisa ser validada.
PAM & Identity SecurityNever trust, always verify, least privilege, identidade, contexto, segmentação, verificação e visibilidade formam uma abordagem de arquitetura. Firewall pode ser um mecanismo de enforcement.
Novas aplicações, usuários, filiais, cloud, VPNs, ameaças, mudanças, atualizações, revisões e monitoramento mantêm controles relevantes.
Serviços & Operações Command CenterMais de 15 anos de experiência conectando infraestrutura, networking, segurança e ambientes críticos sem perder de vista disponibilidade e operação.
Negócio, aplicações e riscos.
Fluxos, ativos e dependências.
Definir zonas e limites.
Construir políticas coerentes.
Aplicar controles.
Confirmar comunicação e proteção.
Acompanhar eventos e comportamento.
Eliminar regras e exposições desnecessárias.
Adaptar segurança às mudanças.
Fabricantes e plataformas pertencem às páginas de Tecnologias & Produtos. A arquitetura começa pelos fluxos, riscos e objetivos do negócio.
Tecnologias de CibersegurançaRespostas objetivas para dúvidas técnicas e operacionais que costumam surgir antes de um projeto.
Não. Firewall é um controle da arquitetura e precisa trabalhar com segmentação, identidade, políticas, atualizações, visibilidade e operação.
Não. Regras amplas, duplicadas, obsoletas ou sem ownership podem aumentar exposição e complexidade operacional.
Não. VPN cria conectividade protegida. Zero Trust é uma abordagem mais ampla baseada em verificação, contexto e least privilege.
Não. Inspeção precisa considerar privacidade, certificados, compatibilidade, performance, exceções e requisitos legais e organizacionais.
Sim, após inventário e análise de interfaces, rotas, NAT, VPNs, objetos, políticas, HA, logs, dependências, validação e rollback.
Sim. O assessment pode identificar regras permissivas, duplicidades, objetos obsoletos, regras sem uso quando observáveis e oportunidades de documentação.
Compartilhe o contexto do seu ambiente, os impactos percebidos e o resultado que sua organização busca. A Add Solution direcionará a conversa aos especialistas mais adequados.