Pesquisa e analytics em escala
Telemetria pesquisável para análises previstas e perguntas que surgem durante a investigação.
A Add Solution utiliza Elastic Observability para construir arquiteturas capazes de correlacionar logs, métricas, traces, telemetria de rede, experiência digital e sinais de aplicações em uma plataforma unificada de investigação e análise.
Nossa atuação vai além da ingestão de dados. Projetamos pipelines, arquitetura, retenção, integração, dashboards, alertas, APM, OpenTelemetry, automação e inteligência operacional considerando a infraestrutura, as aplicações e os serviços que sustentam o negócio.


Uma aplicação fica lenta. A CPU parece normal, o banco não possui alerta e a rede está disponível, mas o usuário continua enfrentando degradação. A pergunta deixa de ser “qual dashboard está vermelho?” e passa a ser “o que aconteceu ao longo de toda a transação?”.
Contam eventos, erros e mudanças de estado.
Mostram comportamento, capacidade e tendência.
Acompanham a transação entre serviços.
Expõem como sistemas estão se comunicando.
RUM e Synthetics mostram a jornada percebida.
Correlação transforma sinais em investigação e ação.
Observabilidade não é colocar todos os dados no mesmo lugar. É conseguir atravessar esses dados até compreender o que está acontecendo.
Elastic Observability utiliza a capacidade de armazenamento, pesquisa, agregação e correlação do Elasticsearch, com o Kibana como camada de exploração e investigação. Elastic Agent e Fleet apoiam coleta e gestão de integrações, coexistindo com OpenTelemetry e outras fontes conforme a arquitetura. A distribuição padrão do Elasticsearch e do Kibana permanece sob Elastic License 2.0 (ELv2). Desde a versão 8.16, partes gratuitas elegíveis do código-fonte oferecem AGPLv3, SSPL 1.0 ou ELv2, conforme o arquivo e seus cabeçalhos; isso não relicencia toda a distribuição nem todos os recursos. As bibliotecas cliente oficiais identificadas pela Elastic permanecem sob Apache 2.0, devendo-se conferir o artefato e a versão. Elastic Cloud Hosted, Elastic Cloud Serverless e implantações autogerenciadas têm responsabilidades, controles e recursos diferentes; a disponibilidade depende da modalidade, região, versão e assinatura.

Telemetria pesquisável para análises previstas e perguntas que surgem durante a investigação.
Visualizações, Discover, APM, infraestrutura, alertas e análise contextual.
Integrações e políticas administradas de forma centralizada quando apropriado.
Linguagem para explorar, transformar e correlacionar dados durante a investigação.
Elastic suporta OpenTelemetry para coletar métricas, logs e traces em aplicações e infraestrutura. SDKs e collectors padronizam emissão e transporte; integrações nativas e Elastic Agent podem coexistir quando entregam valor específico.
Serviços e workloads instrumentados.
Sinais com convenções e contexto.
Processamento, roteamento e exportação.
Pesquisa, correlação e investigação.
Padronizar telemetria reduz dependência da instrumentação. Contextualizar essa telemetria continua sendo um trabalho de engenharia.
A arquitetura trata coleta, parsing, normalização, Elastic Common Schema, enriquecimento, retenção e pesquisa. Elastic Streams auxilia a organizar, estruturar e identificar eventos relevantes em fluxos de logs, sem substituir regras, qualidade e validação humana.

Eventos recebidos de diferentes fontes.
Parsing e campos consistentes.
Organização conforme contexto e uso.
Metadados de serviço, ambiente e ownership.
Busca, padrões, anomalias e correlação.
Centralizar logs resolve o problema de localização. Observabilidade começa quando conseguimos relacionar esses logs ao serviço que estamos investigando.
Elastic APM observa transações, traces, spans, serviços, dependências, latência, erros, chamadas de banco e serviços externos conforme instrumentação. Em microsserviços e ambientes cloud-native, distributed tracing conecta etapas que nenhum dashboard isolado consegue explicar.
A experiência que iniciou a jornada.
Entrada, autenticação e roteamento.
Spans, dependências, tempo e erros.
Consultas, latência e resultado.
Dependência fora do domínio da aplicação.
O usuário percebe uma transação. A arquitetura executa dezenas de etapas.
Real User Monitoring mostra a experiência real no navegador; Synthetics executa checks e jornadas em localizações públicas ou privadas. SLOs conectam sinais a objetivos operacionais de disponibilidade, latência e erro, sem confundi-los com SLA contratual.
Navegador, dispositivo, carregamento, erros e experiência percebida.
Checks leves e testes em navegador para disponibilidade e funcionalidade.
SLI, objetivo, error budget e burn rate traduzem telemetria em compromisso operacional.
Infraestrutura, aplicações, dependências e experiência compõem a saúde do serviço.
Hosts, VMs, containers, Kubernetes, cloud e serverless produzem métricas e logs que precisam ser relacionados às aplicações. A integração oficial NetFlow recebe NetFlow/IPFIX via Elastic Agent e transforma registros em documentos pesquisáveis para análise de origem, destino, portas, protocolos, bytes e padrões.
Exportadores de NetFlow/IPFIX.
Comunicação e volume entre segmentos.
Sessões e padrões observáveis.
Flow records e telemetria de serviços.
Search, analytics e correlação com outros sinais.
Universal Profiling observa continuamente consumo de CPU em código de aplicação, bibliotecas e kernel, ajudando a localizar funções custosas e oportunidades de eficiência sem exigir instrumentação de cada função.
Tracing mostra onde a requisição passou. Profiling ajuda a entender onde o código está consumindo recursos.
Elastic combina integrações de métricas e logs com traces APM/OTLP para acompanhar solicitações, latência, uso, custo, erros e provedores em aplicações LLM e agentic AI. Prompts e respostas exigem políticas específicas de privacidade, acesso e retenção. Busca vetorial e RAG dependem de corpus, embeddings, filtros, avaliação, autorização dos dados e recursos disponíveis na modalidade contratada.
Intenção e experiência da solicitação.
Código, sessão, contexto e guardrails.
Orquestração, decisões e ferramentas.
Modelo, provedor, tokens, latência e custo.
Dependências, retrieval e resultados.
Uma aplicação de AI continua sendo uma aplicação distribuída. Só adiciona novas dependências, custos e comportamentos para observar.
Agent Builder for Observability utiliza contexto e ferramentas da plataforma para apoiar investigação de infraestrutura, aplicações e causa raiz. Workflows executa automações determinísticas orientadas por alertas, eventos, agendas e resultados de busca. Agentes podem raciocinar; workflows mantêm ações repetíveis e controladas.

Receber sinais com contexto.
Identificar condição, padrão ou anomalia.
Adicionar serviço, owner e criticidade.
Cruzar sinais e dependências.
Operador e AI avaliam evidências.
Workflow executa ação definida e auditável.
É possível armazenar bilhões de eventos e ainda continuar sem respostas. A Add Solution começa pelo que a organização precisa entender: serviços, aplicações, criticidade, usuários, sinais, retenção, granularidade, equipes e decisões que devem gerar ação.
Campos, nomes, timestamps, correlation IDs, ambientes e ownership precisam ser consistentes.
A informação representa jornadas e operações, não apenas componentes.
Um alerta sem contexto apenas transfere a investigação para outra pessoa.
Investigação exige explorar hipóteses que não estavam prontas em um painel.
Telemetria é matéria-prima. Observabilidade é a capacidade de transformá-la em compreensão.
Projetamos Elastic Cloud, self-managed ou arquiteturas híbridas conforme edição, requisitos e licenciamento. Sizing considera volume diário, cardinalidade, sampling, retenção, réplicas, tiers, pesquisa, concorrência, ML, IA, flows e crescimento — sem fórmulas universais. Hosted e Serverless não são equivalentes: ILM, plugins, configuração de nós e snapshots iniciados pelo usuário não se aplicam da mesma forma em Serverless.
A arquitetura equilibra desempenho, retenção e custo por meio de data streams, lifecycle e data tiers aplicáveis. Também considera shards, mappings, ingest pipelines, queries, cardinalidade, sampling, segurança, alta disponibilidade e evolução de ambientes legados. Recursos comerciais e operacionais variam por assinatura; réplicas não substituem snapshots e nenhum RPO, RTO ou economia é presumido.
A estratégia varia conforme velocidade de busca, horizonte histórico e custo aceitável.
Elastic Common Schema ajuda a alinhar campos quando é adequado ao caso de uso.
Indexação, pesquisa, armazenamento e concorrência analisados como um sistema.
Upgrades, pipelines, Beats para Agent quando aplicável, OTel, data streams e dashboards.
Zabbix ajuda a entender como a infraestrutura está; Progress Flowmon aprofunda comunicação e comportamento de rede; Lansweeper adiciona contexto de ativos; Elastic correlaciona sinais; Business Service Monitoring conecta impacto ao serviço. Essa é uma leitura de competências possíveis, não uma arquitetura obrigatória nem uma afirmação de integração nativa.
A Add Solution pode avaliar sua arquitetura atual de logs, métricas, traces, APM, OpenTelemetry, retenção, alertas e correlação para identificar lacunas e oportunidades de evolução.
A Add Solution combina observability engineering, experiência de aplicações, infraestrutura, redes, cloud, data engineering, AI, automação e contexto de negócio para transformar plataforma em capacidade operacional.
Logs, métricas, traces, experiência e flows tratados em conjunto.
Instrumentação alinhada à arquitetura e às jornadas críticas.
Redes, servidores, cloud, Kubernetes e dependências.
Owner, criticidade, operação e experiência orientam a investigação.
Respostas sobre componentes, telemetria, shards, snapshots, modalidades, licenciamento e avaliação Elastic.
Não. Elasticsearch armazena, indexa e consulta os dados; Kibana permite explorar e visualizar informações e administrar recursos disponíveis. A arquitetura deve considerar os dois componentes e suas dependências. Referência (https://www.elastic.co/docs/deploy-manage/deploy/elastic-cloud/cloud-hosted).
Sim. Uma implantação pode priorizar fontes de logs e evoluir conforme as perguntas operacionais. Métricas e traces exigem coleta e instrumentação apropriadas. Defina a primeira etapa com critérios de qualidade mensuráveis. Referência (https://www.elastic.co/docs/solutions/observability/apm/get-started).
Não. Quantidade e tamanho precisam equilibrar paralelismo, sobrecarga e recuperação. A decisão deve ser medida com carga representativa, considerando também o crescimento esperado. Referência (https://www.elastic.co/docs/deploy-manage/production-guidance/optimize-performance/size-shards).
Não. Réplicas e snapshots atendem problemas diferentes. Recuperação após exclusão ou desastre precisa de estratégia própria e teste de restauração. Referência (https://www.elastic.co/docs/deploy-manage/tools/snapshot-and-restore).
Há caminhos suportados, mas linguagem, versão, endpoint, convenções e funcionalidades precisam ser conferidos. Compatibilidade de transporte não comprova que todos os painéis e recursos terão comportamento idêntico. Referência (https://www.elastic.co/docs/solutions/observability/apm/opentelemetry).
Não. A disponibilidade varia por recurso, licença, assinatura e implantação. Verifique a matriz vigente e os termos do componente escolhido antes de fechar o escopo. Referência (https://www.elastic.co/subscriptions).
Ele transfere a gestão da infraestrutura e atualizações à Elastic. A organização ainda precisa cuidar da qualidade dos dados, acessos, consultas, retenção e acompanhamento do consumo. Referência (https://www.elastic.co/docs/deploy-manage/deploy/elastic-cloud/serverless).
Reúna fontes, volume estimado, retenção, ambientes e serviços prioritários. A conversa técnica permite definir diagnóstico, implantação e operação conforme a necessidade. Referência técnica: Elasticsearch clusters, nodes and shards (https://www.elastic.co/docs/deploy-manage/distributed-architecture/clusters-nodes-shards).
Converse com nossos especialistas sobre Elastic Observability, APM, logs, métricas, traces, OpenTelemetry, Synthetics, Network Flows, LLM Observability, AI e automação.