Como está o recurso?
Utilização, capacidade, disponibilidade e sinais operacionais continuam fundamentais.
Em ambientes cloud, recursos podem nascer, escalar, mudar e desaparecer em poucos minutos.
Aplicações atravessam máquinas virtuais, containers, serviços gerenciados, bancos de dados, APIs, redes e dependências externas. Nesse cenário, monitorar componentes isoladamente não é suficiente.
A Add Solution projeta arquiteturas de observabilidade capazes de correlacionar métricas, logs, traces, eventos, infraestrutura, aplicações e serviços para construir contexto sobre ambientes cloud, híbridos e multicloud.
Visibilidade para compreender comportamento, investigar incidentes, acompanhar performance e operar ambientes cada vez mais dinâmicos.
A Add Solution conecta sinais nativos, aplicações, custos e dependências para compreender workloads cloud e híbridos.

Arquitetura, execução e operação tratadas como partes da mesma responsabilidade.
Em ambientes dinâmicos, monitorar apenas recursos conhecidos previamente cria pontos cegos. Isso não significa que toda infraestrutura tradicional seja estática.
TER MÉTRICAS DE CADA SERVIÇO NÃO SIGNIFICA COMPREENDER O COMPORTAMENTO DO AMBIENTE COMO UM TODO.
CPU, memória, disco e disponibilidade respondem perguntas conhecidas. Observabilidade ajuda a entender serviço degradado, dependência, workload, transação e mudança.
Utilização, capacidade, disponibilidade e sinais operacionais continuam fundamentais.
Serviços, aplicações, recursos, dependências, mudanças e experiência são analisados em contexto.
A composição varia por arquitetura, mas uma transação pode atravessar edge, aplicação, compute, serviços, bancos e APIs externas.
Entrada e distribuição.
Entrada e distribuição.
Entrada e distribuição.
Processamento e serviço.
Processamento e serviço.
Processamento e serviço.
Dados e dependências.
Dados e dependências.
Uma transação pode começar dentro da empresa e terminar em um serviço executado milhares de quilômetros distante.
Workloads e serviços em AWS, Microsoft Azure e OCI podem compor a arquitetura sem tornar um provedor o centro da estratégia.
Virtualização, infraestrutura definida por software, containers e plataformas privadas exigem contexto próprio.
Transações atravessam data center, rede, cloud pública, SaaS e dependências externas.
Mais provedores também podem significar mais consoles, modelos de telemetria e contextos operacionais.
O desafio frequentemente não é falta de dados, mas falta de contexto entre console cloud, aplicação, rede, logs e infraestrutura.
UNIFICAR CONTEXTO É MAIS IMPORTANTE DO QUE SIMPLESMENTE COLOCAR TODOS OS GRÁFICOS NA MESMA TELA.
Cloud APIs, eventos, telemetria de rede e aplicações também podem compor a arquitetura conforme disponibilidade e tecnologia.
Utilização, serviços, aplicações, plataforma e métricas customizadas, conforme a tecnologia.
Evidências de aplicações, sistemas, containers, rede, serviços cloud e eventos operacionais.
O caminho de transações através de serviços, bancos, APIs e dependências distribuídas.
Provider, conta, região, recurso, ambiente, tags, cluster, namespace e workload.
Provider, conta ou subscription, região, zona, recurso, ambiente, tags, cluster, namespace e workload ajudam a responder onde o sinal nasceu e o que ele representa.
Ambiente, aplicação, serviço, owner ou equipe e centro de custo, quando apropriado, tornam sinais mais úteis sem transformar observabilidade em FinOps.
Quanto mais infraestrutura o provedor abstrai, mais importante se torna observar o comportamento do serviço.
Containers, autoscaling e instâncias temporárias tornam histórico um requisito de investigação.
Cluster, nodes, pods, containers, services, namespaces e workloads formam relações que mudam continuamente.
Functions, eventos, execução, dependências, latência e erros precisam de contexto quando aplicáveis.
Bancos, filas, storage, mensageria e APIs gerenciadas continuam participando do comportamento da aplicação.
Quando Kubernetes fizer parte da arquitetura, cluster, node, pod, container, deployment, namespace, workload e service precisam ser correlacionados a aplicações, métricas, logs e traces.
Rede local, WAN ou Internet, edge, VPC/VNet, subnets, routing, gateways, load balancers e links híbridos podem participar do caminho até a aplicação.
Performance & Visibilidade de Rede SD-WAN & ConectividadeAPM conecta transações, serviços, banco de dados, chamadas externas, latência e erros ao contexto da infraestrutura cloud.
Performance de Aplicações (APM)Quando uma aplicação está lenta, a investigação precisa relacionar tempo, mudança, serviço, transação, dependência, recurso, região e evidência — sem prometer causa raiz automática.
UM PROBLEMA PODE GERAR MUITOS SINTOMAS. CORRELAÇÃO AJUDA A ORGANIZAR AS EVIDÊNCIAS.
Deployments, autoscaling, configuração, criação e remoção de recursos precisam ser relacionados à telemetria. Quando possível, histórico ajuda a compreender como o ambiente estava no momento do problema.
Migrações e modernizações devem ser validadas por comportamento, não apenas pela confirmação de que os sistemas subiram.
Cloud Consultoria & AssessmentOpenTelemetry é um ecossistema e padrão aberto — não um backend de observabilidade. SDKs, auto-instrumentation e collectors podem processar e rotear métricas, logs e traces para diferentes destinos.
ARQUITETURAS ABERTAS AJUDAM A SEPARAR A GERAÇÃO DA TELEMETRIA DO DESTINO ONDE ELA SERÁ ANALISADA.
Detecção de anomalias, reconhecimento de padrões, correlação, sumarização e assistência de causa provável dependem da tecnologia e da qualidade dos sinais.
IA não substitui telemetria. Ela depende dela.
Coleta, ingestão, cardinalidade, processamento, transferência, retenção e storage precisam ser desenhados conforme finalidade operacional, volume, custo, performance e compliance.
IAM, menor privilégio, service accounts, API keys, criptografia, acesso à telemetria, masking, redaction, retenção e dados sensíveis fazem parte do desenho.
Cibersegurança PAM & Identity SecurityCollectors, buffers, processamento, storage, alta disponibilidade, recuperação e caminhos de rede devem ser definidos conforme criticidade.
A melhor arquitetura começa pelas perguntas que precisam ser respondidas — não pela ferramenta que será substituída.
Provisionamento, governança e gestão de recursos. Observabilidade trata telemetria, comportamento e contexto.
Foca aplicações e transações. Cloud Observability conecta esse comportamento ao contexto mais amplo.
Acompanha saúde e recursos. Observabilidade relaciona dependências e comportamento entre camadas.
Responde o que existe. Cloud Observability investiga como está se comportando e afetando serviços.
Começa compreendendo como os serviços realmente são entregues.
Arquitetura e cobertura.
Arquitetura e cobertura.
Arquitetura e cobertura.
Telemetria e contexto.
Telemetria e contexto.
Telemetria e contexto.
Operação e evolução.
Operação e evolução.
Pontos cegos aparecem justamente entre aplicação, cloud, rede, infraestrutura e as equipes que operam cada domínio.
Um assessment ajuda a localizar a lacuna e priorizar a evolução.
Um assessment ajuda a localizar a lacuna e priorizar a evolução.
Um assessment ajuda a localizar a lacuna e priorizar a evolução.
Um assessment ajuda a localizar a lacuna e priorizar a evolução.
Um assessment ajuda a localizar a lacuna e priorizar a evolução.
Um assessment ajuda a localizar a lacuna e priorizar a evolução.
Um assessment ajuda a localizar a lacuna e priorizar a evolução.
Um assessment ajuda a localizar a lacuna e priorizar a evolução.
A Add Solution pode avaliar workloads, aplicações, serviços cloud, telemetria, OpenTelemetry, dependências, redes e processos operacionais para identificar pontos cegos e construir uma estratégia adequada a ambientes cloud, híbridos e multicloud.
Respostas objetivas para dúvidas técnicas e operacionais que costumam surgir antes de um projeto.
Casos de uso, permissões mínimas, coleta, tags, dashboards, alertas e controle de volume estruturam a implantação. A solução é dimensionada a partir do contexto do cliente, com responsabilidades e critérios de aceite definidos antes da execução.
Contas, subscriptions, regiões, serviços, workloads, tags, SLIs, logs, traces, custos e limites de API. Esse diagnóstico evita recomendações genéricas e ajuda a priorizar aquilo que efetivamente reduz risco ou melhora a operação.
Telemetria nativa pode integrar APM, logs, infraestrutura, rede, ITSM e ambientes on-premises. O que deve ser mantido, modernizado, integrado ou substituído é decidido por aderência técnica e valor operacional, não por uma premissa de renovação total.
A execução considera dependências, janelas, validações, comunicação, evidências e rollback quando aplicável. Mudanças críticas são divididas em etapas verificáveis para preservar a continuidade.
Novos recursos, custos de telemetria, mudanças, cobertura e comportamento exigem revisão constante. A continuidade pode ser assumida pela equipe do cliente, pela Add Solution ou por um modelo combinado, conforme o escopo contratado.
Compartilhe o contexto do seu ambiente, os impactos percebidos e o resultado que sua organização busca. A Add Solution direcionará a conversa aos especialistas mais adequados.